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Privacidade em sites para adultos: quem pode ver o quê

A primeira pergunta é de quem se pretende proteger a informação: de outra pessoa que usa o dispositivo, da plataforma onde existe uma conta ou de terceiros que recebem dados. Estas situações exigem decisões diferentes.

Revisto em

Separar três exposições

Num computador partilhado, os separadores abertos, o histórico e os ficheiros descarregados são o primeiro ponto a rever. Numa conta, o endereço de correio eletrónico, as mensagens e as compras ficam associados ao serviço. Numa ligação externa, começa a aplicar-se a política do destino.

Antes de criar uma conta, procure quem é o responsável pelos dados e como o contactar. Um nome de utilizador diferente do nome civil reduz a exposição pública, mas não apaga a informação entregue ao serviço.

Uma revisão antes e depois

Antes da visita, escolha um dispositivo que controla e decida que dados são realmente necessários. Depois, termine sessão, feche os separadores e reveja as permissões concedidas. Não entregue documentos apenas porque um anúncio promete desbloquear uma página.

Quando é necessário um pedido ao serviço

Se a preocupação é uma mensagem ou um dado guardado na conta, limpar o histórico local não resolve o problema. Procure o canal de privacidade da plataforma e descreva o pedido de forma precisa, sem anexar dados sensíveis desnecessários.

Fundamento e âmbito

A navegação privada limita os vestígios guardados pelo navegador. Não torna a atividade invisível aos sites visitados nem a quem gere a rede. Mozilla — navegação privada Conceito técnico

Os direitos previstos no RGPD exercem-se junto do responsável pelo tratamento, nas condições aplicáveis a cada direito. A CNPD disponibiliza orientação para esse exercício. CNPD — direitos dos titulares União Europeia — quando aplicável

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